O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,5% em janeiro, passando de 101,8 para 102,3 pontos. Essa pontuação, que mostra o nível de otimismo dos empresários do setor da indústria de transformação, é maior do que as registradas nos quatro últimos meses do ano passado, mas está abaixo da média histórica de 103,9 pontos. Em janeiro do ano passado, o índice havia alcançado 112,8 pontos ante 114,5, em dezembro de 2010.

Um dos sinais de recuperação da confiança detectado na pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação foi a avaliação do nível de estoques. Em dezembro, 10,2% dos entrevistados consideraram que os estoques estavam excessivos. Esse percentual caiu para 6,3% em janeiro. Ao mesmo tempo diminuiu a proporção dos entrevistados quanto à insuficiência dos estoques, que passou de 2,2% para 1,2%.

As empresas também estão mais propensas a ampliar a contratação de empregados nos próximos meses. Das 1.204 empresas consultadas, 21,2% declararam a intenção de abrir vagas ante 19,4% que manifestaram esse objetivo, em dezembro de 2011. No entanto, também subiu, ligeiramente, o percentual daqueles que acreditam na necessidade de efetuar cortes, passando de 9,8% para 9,9%.

Em janeiro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) apresentou ligeira elevação, passando de 83,4% para 83,7%. Essa é a melhor marca desde julho de 2011 quando a taxa havia atingido 84,1% e supera a média histórica desde 2003 (83,3%).

Fonte: Agência Brasil

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A produção industrial do Brasil fechou 2011 com crescimento de 0,3% em relação ao ano anterior. A taxa é bem inferior à registrada em 2010, quando foi observado um aumento de 10,5%. O dado foi divulgado hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os setores da indústria, o maior crescimento foi percebido no segmento dos bens de capital, que subiram 3,3%. Os bens intermediários também cresceram, mas em uma taxa de 0,3%. Já os bens de consumo duráveis e bens de consumo semi e não duráveis tiveram quedas de 2% e 0,2%, respectivamente.

Comparando apenas o mês de dezembro com o mês de novembro, houve um aumento de 0,9%. Já em comparação com dezembro de 2010, foi registrada uma queda de 1,2%.

Fonte: Agência Brasil

 

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O presidente da Casa da Moeda, Luiz Felipe Denucci, foi demitido no sábado por suspeita de receber propina de fornecedores do órgão via duas empresas no exterior em nome dele e da filha, informa reportagem de José Ernesto Credendio, Andreza Matais e Natuza Nery, publicada na Folha desta terça-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A exoneração do servidor, indicado para o cargo pelo PTB em 2008, foi formalizada no fim de semana por um funcionário do terceiro escalão do Ministério da Fazenda e publicada ontem no “Diário Oficial da União”.

Ela ocorre após ter chegado à Fazenda informação de que a Folha preparava reportagem sobre o caso.

Denucci confirma a existência das empresas, mas nega ter feito movimentações financeiras com essas contas.

Fonte: Folha

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